Malía grava seu primeiro projeto ao vivo, com as participações de Jão e Rodriguinho

A cantora Malía acaba de gravar seu primeiro projeto ao vivo, com a participação especial dos cantores Rodriguinho, do grupo Os Travessos e Jão. Uma das grandes apostas da Universal Music Brasil para o ano de 2019, Malía realizou seu show para convidados no início da noite de ontem (12), no Parque das Ruínas, no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro.

Tendo como cenário a bela construção arquitetônica, emoldurada por um belo pôr-do-sol, a jovem cantora carioca registrou seu novo projeto, intitulado “Escuta“, que trouxe um repertório de 12 músicas, sendo uma delas, a releitura de “Faz Uma Loucura Por Mim”, da Alcione.

Jão compôs a faixa “Dilema”, que ele apresentou junto a Malía. “Estou muito feliz. Você é uma estrela! Eu sempre disse isso”, comentou o cantor. Rodriguinho, que fez dueto com Malía na canção “Feeling”, composta por seu irmão, Ah! Mr. Dan., Rodriguinho elogiou o talento da jovem artista: “Não faço muita participação especial porque acredito na boa música. Você tem boa música, personalidade, sabe o que quer e onde quer chegar. Tenho certeza que será sucesso!

No final da gravação, Malía transitou cantando e dançando junto de seus convidados, num clima intimista e de muita descontração.

O projeto , produzido por Mauricio Pacheco está sendo masterizado aqui na Classic Master.

Lagum apresenta o Single ‘Detesto despedidas’

31/03/2019 07h00  Atualizado há 2 dias

Por Mauro Ferreira, G1

Grupo formado em 2014 e originado de Brumadinho (MG), município mineiro vítima de recente desastre ambiental, Lagum entrou em estúdio da cidade de Belo Horizonte (MG) para gravar o segundo álbum quando ainda vivia os efeitos da projeção nacional obtida com a postagem, em 30 junho de 2018, de vídeo em rede social do jogador de futebol Neymar.

Em plena Copa do Mundo, na Rússia, o craque brasileiro postou vídeo em que curtia Deixa, música lançada pela banda em 2017 e regravada com a adesão da cantora Ana Gabriela no ano seguinte.

Gravado no segundo semestre de 2018 com 12 músicas, o ainda inédito segundo álbum do Lagum tem lançamento previsto para junho deste ano de 2019. Mas um primeiro singleDetesto despedidas, já entrou em rotação neste último fim de semana de março.

“Escolhemos Detesto despedidas como o primeiro single do álbum a ser lançado porque, além de ser a primeira faixa do disco, é uma música bem impactante. Ela representa bastante o caminho que vamos percorrer nesse ano”, justifica o vocalista Pedro Calais, cantor que forma o Lagum com Otávio Cardoso (voz e guitarra), Jorge (guitarras), Francisco Jardim (baixo) e “Tio” Wilson (bateria).

Ainda de acordo com Calais, o sucessor do álbum Seja o que eu quiser(2016) terá som “mais orgânico” e “melodias fortes”.

Além de Detesto despedidas, outras duas músicas ainda serão apresentadas em singles antes da edição do álbum propriamente dito em 14 de junho.

O Álbum foi produzido por Paul Ralphes, com mixagem de Victor Farias e Masterização do Carlos Freitas aqui na Classic Master.

Day e Vitão unem forças do rap e do pop na música ‘Clichê’

Assista o clipe da música “Clichê” , que faz parte do novo EP produzido por Marcelinho Ferraz e masterizado aqui na Classic Master pelo Carlos Freitas.

Fabiana Cozza reforça laços com Maria Bethânia no álbum em que canta o samba de Dona Ivone Lara.

Por Mauro Ferreira, G1

Ao entrar na roda do samba da Bahia na rota intercontinental do álbum Partir (2015), Fabiana Cozza se aproximou de Maria Bethânia. A ponto de a intérprete baiana ter saudado o disco e o canto da colega em texto reproduzido no encarte do CD de Cozza.

Esses laços entre Bethânia e a cantora paulistana – associada ao samba de São Paulo – são reforçados no sétimo álbum de Cozza, Canto da noite na boca do vento.

Neste disco em que Cozza aborda o repertório da compositora Dona Ivone Lara (1922 – 2018), Bethânia é convidada da regravação de Alguém me avisou (1980), samba lançado pela própria Bethânia há 39 anos no álbum Talismã (1980).

Com título extraído de verso da letra de Sonho meu (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1978), outro samba lançado na voz de Bethânia, o disco Canto da noite na boca do vento é desdobramento de projeto iniciado em março de 2018 com a estreia de show de Cozza em tributo a Ivone Lara, um mês antes da saída de cena da artista, aos 96 anos.

Mastering for Vinyl: Tips for Digital Mastering Engineers

by Jett Galindo, iZotope Contributor March 25, 2019

Since the resurgence of vinyl in the mid-2000s, vinyl sales have shown no signs of slowing down. But with its return comes a new set of challenges for the aging medium—new genres with increasingly complex production styles, the major paradigm shift from analog to digital production, and evolving audio mastering standards (just to name a few). How does the old medium fare in a brave new world? Has mastering for vinyl evolved since its recent resurgence?

Part 1 of this article dives into the unique characteristics of the vinyl format. We also discuss the decades-long strategies used by cutting facilities and mastering engineers to ensure the best representation of modern music on vinyl. 

Part 2 will be an exploration of the format’s resurgence in the perspective of today’s music creators and engineers.

How do you choose a tool when mastering?

A great rule of thumb when determining whether a tool is best served when mastering or mixing is to consider the UI and how you engage with it. The tools themselves aren’t that different between mixing and mastering, but how you engage with them is. 

Mixing and mastering are two different workflows, something mightily apparent when you consider Neutron and Ozone. There is a noted difference in scale between measurements, and in how the tools are laid out. 

Quirks of the format and strategies to address them

Vinyl has notable characteristics that cutting and mastering engineers need to be aware of when mastering for the format. The strategies below have all been time-tested and are even more useful for today’s diverse selection of music. However, thoughtfulness and nuance are key.

One such nuance is the relation between level and length of time. Simply put, the louder the signal, the bigger the groove…the bigger the groove, the more space is used, hence less total time can be fit on a side. Other instances of vinyl-isms deal with factors such as sibilance, low-end stereo imaging, music programming, etc. which we’ll explore in detail below.

Before you read any further, it’s important to remember as a music creator that creative freedom in the production process remains a top priority. The tips below serve as a guide and should not limit your workflow and production techniques. Depending on the music, any of these nuanced ‘vinyl-isms’ could behave differently and are best handled at the discretion of professional vinyl-cutting engineers. However, understanding them will help in all stages of production towards achieving a great sounding record.

Sibilance

Due to the physical constraints of the format, severe sibilance on modern records tends to manifest itself as distortion on turntables. Sibilance distortion can also be caused by a worn stylus or cartridge misalignment, among other things. But if excessive sibilance in your music isn’t properly addressed before the cutting of your vinyl master (also known as lacquer/acetate), you can expect your vinyl record to distort.

What causes sibilance distortion?

Sibilance distortion happens when your playback cartridge can’t physically keep up with the rapid, complex modulations of severely sibilant grooves.

This is especially apparent because of vinyl’s RIAA EQ curve standard. Without going into its entire history, audio signals are cut into the vinyl master with a reduced low end and boosted highs. Consequently, turntables have an inverse EQ curve which results in flat frequency response on playback, like in the image below.

The RIAA EQ curve for recording/cutting vinyl masters and for playback on turntables

The RIAA curve allows for more music to fit on a vinyl record resulting in a longer runtime, among several other advantages. One downside, however, is that this boosted top end can also cause extremely fast, complex grooves that even the finest turntable can’t accurately trace. The result is a broken, distorted sound anytime the stylus plays over severely sibilant parts of the record.

How to avoid sibilance distortion

Vinyl mastering facilities rely on de-essers that are built for this particular problem. Several known outboard de-essers through the years include the Maselec MDS-2 and the Orban 536-A. But many vinyl cutters have been benefitting from the constant development and growing versatility of the plug-in world. Peter Hewitt-Dutton of The Bakery takes advantage of de-esser plug-ins particularly for half-speed vinyl cutting.

“I like the ease of being able to cut half-speed without needing to do a de-ess pass first. Real-time sibilance adjustments while the cutting lathe does its job keeps the session efficient.”

Manual de-essing of a digital cutting source is also a preferred method for many vinyl cutters and mastering engineers. iZotope RX 7’s De-ess module does an excellent job of isolating harsh sibilance with a transparency that’s suitably unobtrusive to the overall sound of the master. Remember though, there are many dos and donts of de-essing.

Using iZotope RX 7’s Spectral De-ess module to minimize harsh sibilance on a master

Low-frequency stereo imaging

Music with spatial effects that reach all the way to the low end of the frequency spectrum may potentially run into vinyl-cutting challenges. Although it’s more prone on genres such as electronic or hip-hop, even orchestral recordings can run into similar problems. When not given proper attention, you may end up with a record that’s prone to skipping.

The cause

Grooves represent the mono/center information as lateral movement and the stereo/side component as vertical movement. If there’s an extreme amount of low-end stereo imaging on your music, it is more likely to produce out-of-phase information. This may cause the cutting stylus to cut with excessive vertical movements, alternating between deeper grooves and severe groove lifts. An out-of-phase low end may cause groove lifts with depths less than 1 mil (the minimum accepted depth of a modulating groove). It could even cause grooves to momentarily disappear.


LEFT: Groove with severe out-of-phase information (less than 1 mil), versus RIGHT: the same groove with LFX

This phenomenon is much less common and doesn’t occur as often as sibilance distortions. Different cutting engineers rely on purpose-built tools in varying amounts to address this, so don’t let this vinyl constraint prevent you from being creative in the production process.

How are severe groove lifts avoided?

More often than not, applying a steep high-pass filter around the 20 Hz range is enough to prevent severe groove lifts from happening. But if absolutely necessary, vinyl cutting facilities rely on tools such as the low frequency crossover (LFX)—also known as EE (elliptical equalizer), “blend,” “mono-maker,” “wuss box,” etc. Simply put, it takes low-frequency stereo information and sums it to a mono signal, thus preventing excessive vertical modulations on the grooves. Before the digital revolution, LFX was built into a cutting facility’s mastering console. Nowadays, engineers have access to more digital options when mastering for vinyl.  

There needs to be absolute care when applying LFX. It can significantly alter the sound when not used properly. LFX typically has crossover settings from 20 Hz all the way to 700 Hz. Setting LFX to 100 Hz is already considered excessive by many vinyl cutters. Discretion is a must!

Music programming (length & track order)

Even the duration and order of songs can greatly influence your record’s sound quality. Both of these factors come into play in the inner diameter of the record, where sound quality starts to deteriorate. The farther in you are, the more brittle the highs sound. The overall sound becomes less pronounced at the top end compared to other parts of the disc.

Longer music content takes up more groove space, bringing you farther inside the disc causing the deterioration to become more noticeable. These sonic characteristics are also more apparent depending on the music. Music with a lot of energy and pronounced highs (e.g. fast upbeat songs, loud rock tracks, etc.) are more prone to these issues.

What causes sound deterioration on the innermost grooves?

Sound deterioration on the innermost grooves is caused by the slower groove speed as the stylus moves towards the center of the record. Keeping a constant revolution (either 33 ⅓ RPM or 45 RPM), the length of the groove for one revolution varies in relation to where it is on the disc. At 33 ⅓ RPMs, the outermost groove has a groove speed of 20 inches per second while the innermost diameter runs at a mere 8.3 inches per second.

This slow groove speed causes both cutting losses and tracking losses. The cutting stylus ends up having to fit much more sonic information in a shorter, smaller amount of groove space, causing more complex and rapid groove modulations. Because the playback stylus struggles to accurately trace these grooves, you end up compromising the fidelity of your top end.

How can you avoid this noticeable deterioration?

The nature of the format means you can never completely eliminate this deterioration. You can, however, lessen its impact. By keeping the running time per side at an optimal length, you can avoid the innermost diameter. Although it will ultimately depend on the musical content, keeping the length of each side of your record to 20 minutes or less would usually provide the best results. You can get away with having a longer side, especially if the musical content is dynamic and not loud throughout.

Another strategy to prevent the noticeable deterioration on the innermost diameter is by making sure that the last track on each side is less intense with a more mellow high-frequency range (e.g. a ballad, a laid-back instrumental track, acoustic song, etc.).

Addressing vinyl constraints with level reduction

Ultimately, a quick and easy way to deal with these quirks in the vinyl format is to reduce the level from the cutting master. But it comes with major caveats if not done responsibly.

Reducing the cutting level lessens the risk of sibilance distortion. Less amplitude means less stress on the playback stylus, giving it a better chance of tracing grooves more accurately and avoiding distortion. You can also avoid the undesirable characteristics of the innermost diameter. Reducing the cutting level decreases the overall groove width, requiring less space to cut, thus avoiding the inner surface of your record. You also reap the same benefits when dealing with music that has a lot of low-end vertical information. There’s less risk of severe groove lifts when cutting your vinyl master at a lower level, or in a similar vein, applying a steep high pass filter at the low end to lessen the cutting level of the bass frequencies.

Despite all these advantages, significantly lowering the cutting level can potentially bring down your record’s signal-to-noise ratio to unacceptable levels. The surface noise could increase dramatically, therefore compromising the overall fidelity of your music.

Mastering for vinyl (additional thoughts)

There are additional ways for engineers to properly prepare their masters for vinyl. It’s worth noting that it’s incredibly common for vinyl cutting facilities to cut lacquer masters straight from a standard digital master source. But taking these extra steps can only add to the efficiency and overall audio quality of the vinyl cutting process.

  • Exporting: Export fully-assembled SIDE A & SIDE B masters. Rather than delivering the individual files, exporting each side as its own cutting master lessens the margin of error on both the sequence and spacing.
  • PQ Logs: Including a proper PQ log for each side lessens the time it takes for the vinyl cutter to identify where the band marks (track starts) are throughout the record. You can obtain a PQ log from any standard mastering DAW or from DDP programs like the Sonoris DDP Creator.
  • Catalog/Scribe numbers: Scribe numbers are a unique string of alphanumeric characters determined by the client that is etched on to the lacquer master to help identify a vinyl record throughout the manufacturing process. Numerous vinyl cutting sessions have had unnecessary delays because of scribe numbers not being ready on time. The sooner your clients have their scribe numbers ready, the smoother the vinyl manufacturing process will go.
  • Digital cutting master: If the client’s budget permits, having a separate digital cutting master that bypasses the limiter has added benefits in the vinyl world, where the loudness wars aren’t as pervasive. The transients in your music would benefit from the headroom of the format.
  • Native sample rate: Once again, if the client’s budget permits, deliver your cutting master at the native sample rate the music was mixed at, but at 32-bit. This helps reduce the loss in quality moving from one system (the mix) to another (the master).

Despite vinyl being an aging medium with notable constraints as a format, there are numerous strategies being taken that allow modern music to thrive on vinyl. Regardless of these constraints, vinyl still continues to grow and disprove naysayers on their perceived notion of the format’s lack of longevity.

Stay tuned for Part 2 as we delve deeper into the thriving world of vinyl through the perspective of today’s vinyl-centric industry pros. In addition to a few listening examples, we’ll also dive into a conversation about current trends, standards and innovations in the vinyl industry.

Fonte: site Izotope https://www.izotope.com/en/blog/mastering/mastering-for-vinyl-tips-for-digital-mastering-engineers.html

Nana Caymmi lança disco com músicas de Tito Madi.

Por Mauro Ferreira – Blog G1

Em 11 de setembro, exatamente 15 dias antes de sair de cena aos 89 anos, Tito Madi (1929 – 2018) ouviu e avalizou o disco em que Nana Caymmi dá voz a músicas do repertório refinado do cantor, compositor e pianista paulista.

Dois dias depois de ouvir e aprovar o álbum, Madi foi internado e somente deixou o hospital em 26 de setembro para ser velado e enterrado.

Por mais que já fosse avançada a idade do artista, o desfecho triste parecia improvável na tarde de 11 de setembro, quando Madi foi apresentado ao disco – já com as bases e as vozes definitivas – pelo produtor musical José Milton, piloto deste primeiro álbum solo de estúdio gravado pela cantora carioca em nove anos.

O lançamento do disco está programado pela gravadora Biscoito Fino para o início de 2019, ano em que completará uma década da edição do último álbum solo de estúdio de Nana, Sem poupar coração (2009).

Produzido por José Milton com arranjos de Dori Caymmi e de Cristóvão Bastos, pianista recorrente nas fichas técnicas dos discos de Nana, o álbum traz músicas como o samba-canção Cansei de ilusões (1956), a valsa Chove lá fora (1957) e Balanço zona sul (1963), sucessos de um compositor moderno que soube depurar o drama da canção romântica brasileira.

O álbum foi masterizado aqui na Classic Master pelo Carlos Freitas.

Cantora Colombiana Inés Gaviria prepara um novo álbum com convidados.

O álbum, que se chama “Entre canciones”, é uma compilação de algumas de suas músicas favoritas que foram sucessos na voz de outros artistas e que agora ganham vida nova nessas versões e estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de julho deste ano e está sendo masterizado aqui na Classic Master.

Pouco a pouco, Inés apresentará as músicas e seus convidados, entre eles Santiago Cruz, Sião, Marbelle, Ilona, Karol Márquez, Alejandro González, Samper e Paula Arenas.

A produção do álbum ficou a cargo do talentoso produtor Carlos Taboada “El cubanito”, que junto com Inés trabalhou durante vários meses para propor novas versões com um grande desafio em mente: combinar os estilos musicais de todos os convidados e resgatar a essência acústica. das músicas em um disco 100% desconectado ou “desconectado”.

Tú Fotografia – Inés Gaviria Feat. Marbelle.

Em “Doble vía”, você pediu aos seus seguidores para ajudá-la com a músicas para compor suas novas músicas e, além disso, pediu sua opinião sobre quais versões eles queriam ouvir em sua voz, por quê?          

Sim, para mim é muito importante conhecer a opinião das pessoas que me seguem e em projetos como este eu adoro que eles me dêem ideias. Às vezes há problemas (como no Double Track) que eu não sei. Eu posso pensar em músicas (como neste álbum Entre canciones) que eu amo, mas de repente elas não vêm à minha mente no começo.

Essa ideia inicial mudou durante o processo de realização?
A idéia a princípio era “simples”, uma vez que de alguma forma, porque fizemos versões ao vivo com vídeo, ao mesmo tempo, mas eu gostei do resultado tanto que eu decidi transformá-lo em artistas discoteca e convidar amigos para se juntar a mim. O resultado é este álbum Between songs que venho apresentando tema por tema.

Como surgiu a idéia de dar nova vida a essas músicas que são consideradas clássicos da música em espanhol?
Ela surge precisamente de uma ideia para interagir com meus seguidores e perguntar sobre as músicas que eles lembravam e queriam ouvir novamente em novas versões. Para mim, era algo novo, porque eu nunca tinha feito covers ou versões de músicas de outros artistas.

Quais projetos vêm para a Inés Gaviria neste 2019?

Na primeira metade do ano continuarei apresentando as músicas que ainda não mostrei, com convidados como Santiago Cruz, Ilona e Karoll Márquez, entre outros. Em maio, pelo menos essa é a idéia, eu quero apresentar o álbum inteiro e eu volto ao estúdio para trabalhar no que há de novo para mim e apresentar outra proposta como cantor e compositor. Na primeira metade do ano continuarei apresentando as músicas que ainda não mostrei, com convidados como Santiago Cruz, Ilona e Karoll Márquez, entre outros. Em maio, pelo menos essa é a idéia, eu quero apresentar o álbum inteiro e eu volto ao estúdio para trabalhar no que há de novo para mim e apresentar outra proposta como cantor e compositor.

Foi fácil para você convocar artistas como Marbelle, Siam e Alejandro González para gravar essas músicas?
Eu tive muita sorte com todos os meus convidados, todos disseram sim desde o início. Com todo mundo que conheço há algum tempo e acho que a ideia chamou a atenção deles. Sem dúvida, é algo que nos tira tudo do que estávamos fazendo e nos deu a possibilidade de escolher aquelas músicas que você sempre gostou e que você se pergunta: como será minha versão?

Nós a ouvimos fazer um pop vallenato em “Obsession”. Você já pensou em outra versão de um clássico assim?
No disco eu não incluí os vallenates. “Obsesión” é uma das músicas que mais gosto desde sempre. Essa versão que fizemos com o meu irmão (José Gaviria) para o álbum Mujeres por Colombia eu adoro e sempre canto ao vivo em concertos.

Com “Tu jail”, ele se aventurou em um som mais popular. Você já imaginou cantar músicas desse gênero?
Eu amo música popular; Embora eu não cante popularmente, eu escrevi muitas músicas para grupos que cantam a regional mexicana, mas como cantora eu me sinto mais parecido com o pop.

Como você escolheu as músicas para o que será seu novo álbum “Entre canciones”?
Foi uma combinação de várias coisas: as músicas que me sugeriram, as que o artista convidado queria e as que eu tinha em uma lista dos meus favoritos. De repente, fiquei de fora do Presumed Involved, que era o meu grupo favorito.

Em seu papel como cantor e compositor, ele continuou a escrever suas próprias músicas, mas ainda está escrevendo para outros artistas?
Durante o ano de 2018 nem tanto porque eu estava envolvido em vários projetos, mas essa é a minha meta para 2019: retomar meu papel como compositor com mais força.

E um disco inédito e próprio para quando?
Eu já tenho músicas escritas. Espero gravar em breve e pelo menos apresentar um novo single no segundo semestre do ano.

Música e arte sempre estiveram presentes em sua família. Você teve a colaboração de seus irmãos neste novo projeto?
Meus irmãos são sempre parte do que faço, seja trabalhando com eles ou me aconselhando. Este disco foi produzido por um amigo muito talentoso, Carlos Taboada. José mixou “Palavras da alma” e Carlos me ajudou com as capas de algumas das músicas, como as de Marbelle e Alejandro González.

“O Menino Que Descobriu o Vento”, Filme da Netflix dirigido por Chiwetel Ejiofor com música de Antonio Pinto.

Adaptação de livro de William Kamkwamba chega ao streaming no dia 1° de março.

Netflix divulgou o trailer de “O Menino Que Descobriu O Vento”, adaptação do livro homônimo escrito por William Kamkwamba e que marca a estreia de Chiwetel Ejiofor (“A Caminho da Fé”) na direção.

Baseado em fatos, a trama narra a história do garoto William Kamkwamba (Maxwell Simba), que aos 13 anos descobriu uma maneira de ajudar o seu pequeno vilarejo em Malawi. Usando partes da bicicleta pertencente ao seu pai Trywell (Ejiofor), ele constrói um moinho de vento para salvar sua aldeia da fome.Além de Ejiofor, o elenco conta com o estreante Maxwell Simba no papel principal, Lemogang Tsipa (“Tróia: A Queda da Cidade”), Noma Dumezweni (“O Retorno de Mary Poppins”), Aïssa Maïga (“Bem-vindo a Marly-Gomont”) e Joseph Marcell (“Um Natal Inesperado”).

A Música foi composta por Antonio Pinto e teve a sua trilha sonora gravada no Air Studios Londres e mixado pelo lendario John Kurdlander no estúdio Abbey Road também em Londres e masterizado pelo Carlos Freitas aqui na Classic Master para Stream.

“O Menino Que Descobriu O Vento” teve a sua estreia no dia 1° de março na Netflix e terá exibições em alguns cinemas dos EUA.

Djavan lança clipe de “Esplendor” com Jorge Drexler.

Djavan divulgou recentemente no YouTube o clipe “Esplendor”, uma versão em espanhol de “Meu Romance”. A faixa conta com a participação do uruguaio Jorge Drexler.

“Achei que essa música tinha uma latinidade bem acentuada, um boleiro espanhol. Pensei no Jorge Drexler porque além dele ser um grande poeta, um grande compositor, ele é uma pessoa por quem eu sempre tive uma curiosidade, saber um pouco mais dele e de sua história. Ele adorou a ideia”, afirmou Djavan em vídeo também divulgado em seu canal.

O compositor uruguaio tratou de adaptar a letra em espanhol. “Vocês entendem a emoção profunda, que significa para um cantor e compositor ser convidado por seu mestre para fazer parte do seu disco, é um sonho realmente”, disse Jorge.

A música foi gravada e mixada no estúdio do Djavan no Rio pelo Marcelo Saboia e masterizado aqui na Classic Master pelo Carlos Freitas.

CLAU LANÇA SEU NOVO EP, ‘VEMK’: “TRAGO O AMOR DE DIVERSAS FORMAS”

VemK é o novo EP de Clau. A revelação do pop nacional, empresariada por Anitta, lançou seu projeto nesta sexta-feira (15). Dona do hit Pouca Pausa, que esteve nas principais paradas das plataformas digitais.

Vem K foi produzido e Mixado por Marcelo Ferraz e masterizado aqui na Classic Master por Carlos Freitas para Universal Music Brasil.

Pouca Pausa foi uma música que nasceu de forma muito natural. Não criamos ela com o intuito de ser ”um hit”, e sim de ser uma música que a gente amasse. E me parece que isso foi captado pelo público. Essa energia legal que colocamos no som. A pressão que sinto é de sempre continuar evoluindo e fazendo trabalhos cada vez melhores. Os números não são nossa principal preocupação”, explicou ela.

Clau conversou com a QUEM sobre os próximos passos da carreira.

Como foi o processo criativo para compor o novo EP?
Estou trabalhando nele faz um bom tempo. Na verdade, eu tinha muitas músicas gravadas (várias que ficaram fora do EP também) e não sabíamos a melhor forma de lançar, se seria single, álbum, etc. Então fui gravando várias músicas, composições minhas, e agora também muitas composições colaborativas com artistas e produtores muito legais. E para dar início ao meu trabalho em 2019, acabamos escolhendo essas quatro músicas que serão lançadas neste meu segundo EP, batizado de “VemK”.

Como foi o processo criativo para compor o novo EP?
Estou trabalhando nele faz um bom tempo. Na verdade, eu tinha muitas músicas gravadas (várias que ficaram fora do EP também) e não sabíamos a melhor forma de lançar, se seria single, álbum, etc. Então fui gravando várias músicas, composições minhas, e agora também muitas composições colaborativas com artistas e produtores muito legais. E para dar início ao meu trabalho em 2019, acabamos escolhendo essas quatro músicas que serão lançadas neste meu segundo EP, batizado de “VemK”.

Você também se sentiu pressionada em ser ‘a nova aposta da Anitta’? Como você lidou com o ‘peso’ desse rótulo? Se incomoda com ele?
Pressionada não, mas acabou sendo uma motivação a mais para mostrar meu trabalho da melhor forma possível. Dessa forma, passei a ter um pouco mais de atenção do público dela também, então considero super positivo.

Você lançou várias parcerias, como ‘Dame Más’ e ‘Segue o Baile’. Acha importante se unir com outros artistas para atingir mais público? Você tem alguma parceria dos sonhos (vale internacional)?
Amo fazer feats, acho incrível poder unir talentos, vozes, discursos e ideias. Arte é isso, é a gente poder explorar ao máximo para criar algo completamente novo. Algo que a gente não faria sozinho. Todo mundo pode se ajudar, e todo mundo sai ganhando com essas parcerias musicais. Especialmente os fãs, que amam quando acontece! No momento, a parceria que eu quero muito que role é com a Gloria Groove.

‘Relaxa’ foi seu primeiro EP, lançado em janeiro. Em menos de um ano você atingiu números muito difíceis para quem, geralmente, está no começo da carreira e até participou de um programa renomado na TV Globo. Como você vê sua trajetória até aqui? Se incomoda das pessoas falarem que você teve sorte?
Foi realmente um ano maravilhoso. Fruto de muita dedicação, muito trabalho e uma equipe incrível que me ajuda a manter tudo organizado. Acho que, mesmo se fosse sorte, sem trabalho não levaria a lugar nenhum. Então, tento sempre me manter muito equilibrada, sem pensar no momentâneo, mas sim no melhor que posso construir para minha carreira e para minha vida.

Quais foram as inspirações para as letras do EP? Sobre o que mais você gosta de compor?
Esse novo EP tem uma vibe bem romântica, e acho que de certa forma amor é realmente um assunto que eu gosto de falar. Nessas faixas eu trago esse amor de diversas formas, aquele amor puro e romântico, ou o amor próprio, ou aquele mais livre, ou com mais fogo, etc. No primeiro EP falei bastante sobre empoderamento e trouxe questões pessoais para refletir. Nesse trabalho atual o amor foi tema predominante, mas continuo mantendo as mensagens que sempre gosto de trazer nas entrelinhas.