Streaming de alta resolução da Apple chegou com o novo programa Apple Digital Masters.

Streaming de alta resolução da Apple chegou com o novo programa Apple Digital Masters.

A Apple pegou seu tesouro de áudio masterizados para MFiT de alta resolução e lançou uma nova “iniciativa” chamada Apple Digital Masters.

Os detalhes são vagos e o único anúncio chegou até agora pela Billboard, mas um componente de streaming de alta resolução da Apple tem sido sussurrado por muito tempo.

Faz sentido que a empresa colecione musicas masterizadas em alta resoluçãodesde 2012 sob o programa Mastered For iTunes, ou MFIT.

No MFIT, a resolução preferida para o envio foi de 96kHz / 24 bits, mas a Apple realmente considera que tudo o que é de 24 bits é de alta resolução.  

A Apple afirma que a maioria dos principais lançamentos da Apple Music atualmente está disponível como Apple Digital Masters, com cerca de 75% dos Top 100 dos EUA e 71% dos Top 100 criados globalmente pelo programa e está sugerindo que mais do catálogo seja convertido em “Apple Digital Masters” em breve.

Existem outros serviços de streaming que oferecem músicas de alta resolução, principalmente o Tidal, mas também o Deezer, o Qobuz e o Primephonic. A diferença é que você paga mais (geralmente US $ 19,95) para acessar as músicas de alta resolução sem perdas nesses serviços.

Tudo Indica que você não pagará nada extra para receber uma experiência semelhante no Apple Music a partir de agora.

Desde 2008, a Classic Master faz parte do seleto grupo de estúdios de masterização ao redor do mundo homologados pela Apple para oferecer o serviço “Apple Digital Masters” (Anteriormente M=”Masterizado para o iTunesMFiT) mantendo em nosso arquivos, todas as masterizações feitas a partir de 2008 masterizadas para esse formato.

Chico César reitera no single ‘History’ a aptidão para dialogar de forma refinada com a canção popular

Com letra que versa sobre o jogo de sedução armado nas redes sociais, música inédita é a primeira amostra do 12º álbum do cantor.

Por Mauro Ferreira G1

Um dos ápices do atual show de Maria Bethânia, Claros breus, é o número que entrelaça o sucesso sertanejo Evidências (José Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989) com uma canção de Chico César, Da taça, lançada na voz do artista há quatro anos no álbum Estado de poesia (2015).

Bebendo da fonte dos boleros, Da taça é exemplo da aptidão do compositor para dialogar de forma refinada com a canção popular. Tal habilidade é reiterada no single History, lançado por Chico César nesta sexta-feira, 9 de agosto, com gravação mixada por Gustavo Lenza.

Primeira amostra do 12º álbum do artista, gravado em abril em estúdio de São Paulo com repertório inédito e autoral, History é composição sedutora que também incorpora elementos de gêneros típicos da canção sentimental latina, como o bolero e o arrocha, sem deixar de evidenciar a assinatura pessoal e intransferível do artista.

Diferentemente do que faz supor o título History, a música é cantada por Chico em bom português. Na prosódia da música, History significa Stories, a popular ferramenta das redes sociais.

Na letra da música, curta e direta, Chico César versa sobre o jogo de sedução armado nos aplicativos sociais, se dirigindo a um boy (garoto, em inglês) que vem fazendo pose nas redes.

O novo álbum do ChICO cesar foi produzido por André Kbelo, Marcio Arantes, Bid e André Abujanra, com mixagem de André Kbelo e master do Carlos Freitas

Armandinho refaz ‘Desenho de Deus’ e outros hits em álbum ao vivo que resume a caminhada do artista

Disco ‘Acústico’ registra show gravado em Porto Alegre, cidade natal do cantor gaúcho de reggae e folk.

por Mauro Ferreira G1

Faz pouco ou nenhum sentido Armandinho lançar um álbum ao vivo intitulado Acústico. Afinal, o som deste cantor e compositor gaúcho sempre foi acústico pela própria natureza.

Seja como for, o álbum Armandinho acústicodesembarca nas plataformas de músicas na próxima segunda-feira, 5 de agosto, com a gravação do show captado em 2017 no Teatro Bourbon, em Porto Alegre (RS), cidade natal deste artista que transita entre o reggae, o folk, a MPB e o rock de cepa pop.

É a primeira gravação ao vivo do cantor na cidade em que veio ao mundo em janeiro de 1970. No roteiro inteiramente autoral desse show, Armandinho refaz Desenho de Deus (Armandinho e Esdras Bedai, 2004) e outros hits, dando voz a 24 músicas em 23 números.


O repertório inclui música nova, o reggae Desses olhos (2019), parceria de Armandinho com o tecladista da banda do artista, Lucio Dorfman. Há no disco somente uma participação especial, a de Vitor Isensee, parceiro e convidado da música Eu sou do mar (2016).

Armandinho e Vitor Isensee cantam a parceria dos compositores, ‘Eu sou do mar’ — Foto: Edu Defferrari / Divulgação

Com produção musical de Paul Ralphes, o álbum Armandinho acústico alinha músicas que, mesmo fora da ordem cronológica, contam trajetória iniciada há 18 anos quando, em 2001, uma fita com músicas do artista foi parar nas mãos do diretor de rádio gaúcha e, uma vez posta na programação da emissora, impulsionou o sucesso da canção Folha de bananeira, abrindo caminho para a gravação do primeiro álbum do cantor, Armandinho (2002), disco que vendeu bem no embalo de músicas como Sentimento (2002).

Um segundo álbum, Casinha (2004), ampliou o sucesso de Armandinho, que passou a ser conhecido em todo o território nacional. Mesmo que progressivamente tenha voltado a conduzir a carreira basicamente pelo sul do Brasil, com reflexos na vizinha Argentina, Armandinho vem pavimentando trajetória fonográfica regular com discografia que já contabiliza cinco álbuns de estúdio e três registros de shows, além de singles avulsos como o que apresentou há três anos a já mencionada música Eu sou do mar (2016).

É uma caminhada respeitável para um artista que compôs a primeira música aos 12 anos, Sexo na caranga, e que em 1994 teve passagem fugaz pela já extinta banda gaúcha de rock TNT.

Capa do álbum ‘Armandinho acústico’ — Foto: Edu Defferrari

Armandinho Acústico foi masterizado aqui na Classic Master pelo Carlos Freitas.

Anna Ratto recicla canção do exílio de Caetano Veloso em single feito em estúdio

Com arranjo do guitarrista JR Tostoi, artista regrava música que incluiu no bis do show ‘Tantas’.

Por estar sintonizada com o momento político do Brasil, Como 2 e 2 é uma das músicas de Caetano Veloso que mais vem ganhando abordagens nos últimos tempos.

Composta pelo artista baiano no início dos anos 1970, no período em que esteve exilado em Londres, na Inglaterra, Como 2 e 2 ganhou novamente a voz de Roberto Carlos no último especial de fim de ano do cantor – intérprete original da música, em gravação de 1971 feita na cadência do blues – e foi incluída por Ney Matogrosso no show da corrente turnê Bloco na rua.

Cantada por Ney no bis do show, Como 2 e 2 se tornou um dos números mais aplaudidos do atual espetáculo do artista.

Antes, sem alarde, Como 2 e 2 também tinha entrado no bis do show que Anna Ratto fez no ano passado para lançar o álbum Tantas (2018).

Capa do single ‘Como 2 e 2’, de Anna Ratto — Foto: Divulgação

Impulsionada pela boa receptividade da música no show Tantas, Ratto decidiu gravar Como 2 e 2 em estúdio para editar single disponibilizado nas plataformas de música nesta sexta-feira, 2 de agosto.

Idealizado pelo guitarrista JR Tostoi, o arranjo de tom noise valoriza a regravação da cantora. Anna Ratto recicla Como 2 e 2 com Tostoi e com o DJ e baterista Marcelo Vig. Tostoi e Vig são os produtores musicais de Tantas, coeso álbum da discografia de Anna Ratto.


Sem NX Zero, Di Ferrero se joga no pop: “Não foi tão simples saber quem eu sou”

Osmar Portilho UOL

No meio de 2017, o NX Zero anunciou uma pausa nas atividades da banda. De lá pra cá, Di Ferrero chegou a cogitar se afastar uns tempos da música e pensou até em tirar um ano sabático “tipo Tiago Iorc”, como afirmou ao UOL. Mas não deu. No lugar do descanso, se arriscou em novas composições que logo viraram singles, como Sentença. Hoje, lança seis faixas: Viver Bem, Diamante Raro, Seus Sinais, Outra Dose, Não É Tarde Demais e Vou Te Levar.

E isso não é um teste. Nem um EP. É a primeira parte de um disco, chamado Sinais. “Eu chamo de álbum. Eu gosto. Acho que sou um artista de álbum. Sinais é um lance bem de intuição. Intuição mesmo. Sério. Tanto que eu mudei o nome esse dias aí e tive que alterar tudo”, explicou. Em seus últimos álbuns e EPs, o NX Zero e Di Ferrero já davam sinais de uma aproximação com o pop e outras vertentes. Sem a banda, o cantor dá um salto definitivo para abraçar novos sons. “Um processo doido”, como contou. “Depois da pausa do NX resolvi lançar uns singles e comecei a curtir o caminho. Não foi tão simples assim saber quem eu sou. É bastante tempo dividindo o que que queria de arte e música com outras pessoas.

Na parte 1 de Sinais, Di entrega de tudo um pouco: baladas carregadas pelo violão – caso de Seus Sinais -, canções mais apoteóticas como Diamante Raro e até Outra Dose, que se arrisca nas batidas do dancehall e reggaeton. As seis faixas são todas assinadas por Di Ferrero. Mais do que ter seu nome creditado em todas as canções, ele transparece durante toda a conversa uma confiança diferente do que à frente do NX Zero, onde tinha que responder enquanto grupo. Nitidamente, o cantor se sente mais dono de sua obra e confortável em defendê-la. “Sinais é um recomeço. Não é do zero, mas é um recomeço meu. Eu amo o som. Na minha vida, como pessoa, é o momento mais incrível e esperado pra mim até agora”.

O Novo projeto do Di Ferrero foi masterizado aqui na Classic Master pelo Carlos Freitas.

Ney Matogrosso grava o show ‘Bloco na rua’ para edição de álbum ao vivo e DVD

Por Mauto Ferreira G1

Ney Matogrosso já gravou o show Bloco na rua, com o qual está em turnê pelo Brasil desde janeiro deste ano de 2019. O registro audiovisual vai dar origem a álbum ao vivo e a DVD, tal como o espetáculo anterior do cantor, Atento aos sinais (2013 / 2018), cuja estética é a mesma de Bloco na rua.

A diferença é que, antes de lançar o DVD Atento aos sinais, o artista já tinha editado álbum de estúdio com as músicas desse show que permaneceu cinco anos em cena com casas lotadas.

No show Bloco na rua, Ney hasteia alto a bandeira da liberdade, nas esferas pública e privada, através de roteiro que inclui músicas como A maçã (Raul Seixas e Paulo Coelho, 1975) e Coração civil (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981), além da inédita Inominável (Dan Nakagawa, 2019).

Bloco na Rua será masterizado aqui na Classic Master para CD, DVD e Stream.

Djavan tem expandida, na edição em LP de ‘Vesúvio’, a beleza da capa mais expressiva da discografia do cantor

Por Mauro Ferreira G1

Djavan

A recente edição do disco Vesúvio(2018) no formato de LP, neste ano de 2019, amplifica a força e a beleza da já antológica capa do 24º álbum de Djavan.

Ninguém ficou indiferente ao ver a imagem. Houve quem detectasse, no olhar do cantor na capa do disco, a expressão de Milton Nascimento na capa do álbum Minas (1975). Houve até quem se lembrasse da imagem da cantora portuguesa Maria João na capa do álbum Undercovers (2002).

Contudo, a referência mais visível da capa de Vesúvio – mesmo que a evocação tenha sido involuntária – é a da imagem icônica do trompetista norte-americano de jazz Miles Davis (1926 – 1991) na capa do álbum Tutu (1986).

Alusões à parte, a capa do mais recente álbum de Djavan é a mais expressiva da discografia do artista em mais de 40 anos de carreira fonográfica. Com todas as 13 faixas do álbum original e com encarte que reproduz as letras, a edição em LP de Vesúvio somente valoriza essa capa criada pela equipe da Casa 6D a partir de foto de Nana Moraes. E, de quebra, toda a elegante arte gráfica do álbum.

Não por acaso, aliás, os LPs voltaram a ser cultuados no mercado fonográfico em todo o universo pop. Mesmo que haja defensores fervorosos da (altamente questionável) supremacia do som do vinil, a força de um LP atualmente reside sobretudo na exposição detalhada da arte gráfica do disco – sobretudo em um tempo que o consumo fugaz de álbuns e singles em players digitais vem reduzindo a arte de um disco à mera reprodução, em tamanho mínimo, das capas nas plataformas.

Vesúvio merece existir em LP. Porque um disco também pode ser um objeto de arte para ser apreciado com os olhos, e não somente com os ouvidos.

A Masterização foi feita aqui na Classic Master exclusivamente para Vinil.

Tiê canta com Cynthia Luz e Rael no primeiro álbum ao vivo da carreira, ‘Dix’

Por Mauro Ferreira G1

Tiê lança em setembro o primeiro álbum ao vivo de carreira fonográfica que ganhou impulso há uma década com a edição do primeiro álbum da artista paulistana, Sweet jardim(2009).

Gravado em show inédito apresentado pela artista no fim de junho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o álbum ao vivo de Tiê alude a essa primeira década de exposição no título Dix (dez, em francês).

Neste primeiro registro audiovisual de show, a cantora recicla músicas dos quatro álbuns anteriores – caso de Vou atrás (Tiê e André Whoong, 2014), música do álbum Esmeraldas (2014) regravada por Tiê com a participação da cantora Cynthia Luz – e apresenta músicas inéditas.

Uma das novidades do repertório é Não sei, música interpretada por Tiê com a adesão do rapper Rael. A produção musical do álbum Dix foi confiada a Paul Ralphes e a masterização do projeto será feita aqui na Classic Master.

Duo OutroEu tenta se reencaixar no mercado com EP com cinco músicas inéditas

Por Mauro Ferreira G1

O duo OutroEu apresenta cinco músicas inéditas em EP, Encaixe, programado para ser arremessado nas plataformas de áudio na próxima sexta-feira, 28 de junho.

Originado de banda fluminense, o duo OutroEu – formado por Guto Oliveira e Mike Túlio – surgiu 2016 para participar da terceira edição do programa Superstar (TV Globo), na qual foi um dos finalistas. A exposição nacional do duo no reality musical levou o OutroEu a ser contratado pelo selo slap, por onde gravou e lançou no ano seguinte o primeiro álbum, OutroEu (2017).

Lançado por outra gravadora, o EP Encaixe chega ao mercado fonográfico dois anos após esse álbum inicial. Além da música-título Encaixe, o EP traz no repertório as composições Me beijaMelodia de ArpoadorNão olha assim pra mim e Sem você não falta nada.

Em tese, o EP Encaixe é a primeira amostra do segundo álbum do OutroEu, prometido para o fim deste ano de 2019.

O EP foi Produzido por tó Brandileone, Alê Siqueira e Paul Ralphes e masterizado aqui na Classic Master.

Mastering for iTunes with Pro-Codec

Sonnox website

São Paulo é a metrópole do Brasil onde o engenheiro chefe de masterização Carlos Freitas construiu seu estúdio de masterização Master Classic.

Em “uma cidade em que todos os dias parecem uma segunda-feira e todas as noites uma sexta-feira“, não é de se estranhar que haja uma cena musical próspera e que artistas brasileiros e de todo o mundo olhem para o Carlos pelo seu estilo de masterização. Ao longo de seus trinta anos de carreira, Carlos recebeu várias indicações ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Engenharia”.

Carlos Trabalhou com artistas internacionais vencedores do Grammy Award, assim como com artistas brasileiros lendários como; Caetano Veloso, Gilberto Gil, João Gilberto, Djavan, Ana Carolina, Carlinhos Brown, Paula Morelenbaum, Roberto Carlos, Marisa Monte e muitos mais. Classic Master é especialista em masterização de áudio, remasterização, restauração, bem como criação de DVD / Blu-Ray, Mastering for iTunes e Mastering for Vinyl.

Carlos recentemente reservou um momento para explicar seus métodos testados pelo tempo e explicar para a Sonnox como ele usa os plug-ins da Sonnox para obter resultados clássicos.

Você é um engenheiro de som de gravação e mixagem ao vivo. O que levou você a Masterização?

Depois de um longo período de gravação e mixagem de álbuns no estúdio, mudei para a gravação de shows ao vivo no início dos anos noventa. Eu transferia tudo para digital usando um Sound Tools da Digidesign e as enviava para o cliente como arquivos digitais.

Durante este processo, no início de 1992, comecei a experimentar processamentos digital: EQs, compressores, etc. Percebi que essa era uma área completamente nova para explorar. Decidi criar meu próprio estúdio de Master, a Classic Master em 1993.

Desde então, já faz 22 anos que venho trabalhando, aprimorando e desenvolvendo no dia a dia minhas técnicas de masterização.  

Como a cena musical paulistana afeta você? Ou o seu trabalho vem de todo o Brasil?

São Paulo é o centro econômico do Brasil, mas também uma cidade cultural enorme e forte. Nós masterizamos projetos e álbuns feitos aqui em São Paulo, mas também recebemos centenas de projetos de várias cidades diferentes no Brasil.

O mercado de masterização é absolutamente global, graças agora ao procedimento de masterização eMaster, que dá aos clientes a liberdade de escolher engenheiros de masterização de qualquer lugar do mundo com base em seu estilo e discografia.

A Classic Master está bem preparada e nós masterizamos projetos de toda América Latina, Europa e Coréia. Nós nos esforçamos para expandir para todos os cantos do mundo. Alguns dos meus novos clientes estão interessados ​​no som particular encontrado nos álbuns brasileiros masterizados aqui na Classic Master.

Conte-nos sobre sua configuração / fluxo de trabalho de estúdio e sua abordagem de masterização.

Eu uso um sistema híbrido combinando hardware e software, analógico e digital.

Eu uso o Maselec MTC-1 Mastering Console como meu sistema central, para gerenciar facilmente os equipamentos Maselec, Manley e dangerous, Monitores B & W, conversores Lavry Gold, Antelope Master Clock, TC M6000 e TM9 e alguns plug-ins no estágio final da workstation SoundBlade.

Eu tenho um conjunto de compressores de tubo e FET e EQs inseridos na minha cadeia de masterização. Quanto à limitação, prefiro usá-lo apenas no domínio digital. O Sonnox Limiter é a minha melhor escolha para isso.

Antes de começar uma sessão de masterização, Natalia, minha assistente, organiza e monta todo o álbum em sequência para que eu possa ouvir. Eu ouço essa seqüência correta com as mixagebs finais em uma sessão do Pro Tools.

Nesta fase, ela já limpou todo o tipo de ruídos e eu faço algum EQ e correções digitalmente. Então eu testo várias combinações de equipamentos analógicos e cria uma boa estratégia para masterização. Todo o processamento é feito no domínio analógico e apenas o limitador é digital.

Em quais plug-ins da Sonnox você mais confia e por quê?

Eu uso o Sonnox Oxford EQ, o Limitador, o Restore, o Pro-Codec e o Codec Toolbox. O Sonnox Oxford EQ eu uso no primeiro estágio de masterização no Pro Tools quando faço algumas correções de EQ. Eu prefiro usá-lo por sua ótima qualidade e transparência, bandas precisas, filtros e especialmente o high pass que é realmente eficiente.

O Limitador Sonnox eu uso na última etapa do meu processo de masterização porque eu posso conseguir um grande impacto e volume surpreendente que meus clientes adoram sem qualquer distorção de sinal.

Eu uso o Bundle Sonnox Restore para remover ruídos como hums, e até mesmo para uma restauração mais profunda dos vinis mais antigos, com a vantagem de que é realmente simples e eu posso usá-lo em tempo real.

O Sonnox Fraunhofer Pro-Codec me ajuda a fazer referências e formatos finais de áudio, como MFiT (Mastered for iTunes), MP3 e AAC. Ele contém o Apple Codec (iTunes +), que me dá a chance de ouvir exatamente o que está sendo afetado no áudio antes de seguir em frente e criar as partes finais de áudio. Este processo permite-me verificar novamente o processo do codificador / descodificador, não apenas auditivamente, mas também graficamente.  

Os plug-ins da Sonnox possuem recursos que você não encontra em nenhum outro lugar?

A transparência sonora que encontrei no Sonnox Limiter é algo que não consigo encontrar em outros limitadores digitais. Alguns clientes ficam impressionados ao ver como às vezes eu adiciono 6dB ao volume final sem qualquer dano ao áudio final.  

Você foi o primeiro a trazer o Mastering para o iTunes para o Brasil. Como você usa o Fraunhofer Pro-Codec no seu processo de masterização ao preparar arquivos para o Mastered for iTunes?

O Fraunhofer Pro-Codec da Sonnox é fundamental para o meu processo de masterização específico do iTunes (MFiT). Assim que eu termino o master para o CD media player (PMCD), insiro o Pro-Codec em uma nova sessão no SoundBlade. Em seguida, inicio o processamento do sinal e analiso a diferença entre o que está chegando e o que é produzido. Isso me dá a possibilidade de eu e meus clientes ouvirem exatamente como o mestre digital final vai soar no iTunes.

No geral, a Sonnox me fornece ferramentas essenciais que são essenciais no meu processo de masterização e economizam muito tempo!